Lá eu conto um pouco sobre minha carreira com Textos, Fotos, Vídeos e Áudio, além de Dicas sobre vários assuntos relacionados à Música e Aulas On-Line!!!
Todas as Produções, Gravações e coisas relacionadas à Música e minha carreira agora estão lá!
Hoje, deixando de lado todos aqueles acordes, harmonias 'tortas' e ritmos 'quebrados', resolví postar um vídeo com um dos instrumentos que mais caracterizam o músico e a Música Brasileira: a Percussão!!
Nascido no Rio e 'criado' em São Paulo, começou com a percussão aos quatro anos de idade.
Criando técnicas diferenciadas para alguns instrumentos como Moringa (vaso de barro) e utensílios de cozinha (talheres, bandejas, pratos, etc.), é considerado um dos inovadores da percussão brasileira.
Parece meio estranho sem hramonia, mas depois a gente acostuma!!!! hehehe!!!
Nascido em 12 de junho de 1941, Armando “Chick” Corea foi um dos precursores do jazz fusion, gênero que é uma mistura do jazz com outros estilos, como, rock, funk, blues, entre outros.
Tocando piano desde os quatro anos de idade, desde cedo já escutava tanto os grandes nomes do jazz como os mestres da música clássica.
Participou da banda de Miles Davis, quando começou o movimento chamado electric fusion, na década de 60, que era aquela transição do jazz para o ‘jazz rock’, participando dos discos Filles de Kilimanjaro, In a Silent Way e Bitches Brew. A partir daí, seu nome ficou bem mais conhecido.
Quando deixou de tocar com Miles, tocou durante algum tempo com o grupo de vanguarda chamado Circle, com Anthony Braxton, Dave Holland e Barry Altschul.
Já na década de 70, formou um dos grupos mais conhecidos até hoje do gênero jazz fusion, o Return to Forever, que atuou entre 1971 e 1977, onde passaram diversos músicos, sempre com Stanley Clarke no contrabaixo.
Chick atuou em vários outros projetos ao lado de músicos como, Herbie Hancock, Gary Burton, Michel Brecker, Steve Gadd, entre outros.
Em 1983, conseguiu reagrupar o Return to Forever e organizaram uma turnê.
Em 1985 formou outra que foi uma das mais influentes bandas do jazz fusion, a Elektric Band, onde foram revelados vários nomes que o acompanharam, como John Patitucci, Dave Weckl, Frank Gambale, Scott Henderson, Eric Mariental.
Utilizando vários instrumentos como, piano acústico, piano elétrico, teclados portáteis e sintetizadores cheios de recursos eletrônicos, criou um estilo único de tocar, com composições cheias de frases e convenções rítmicas muito difíceis de reproduzir, além de frases dificílimas executadas por todos os instrumentos da banda.
Nota-se que seu fraseado, mesmo nas passagens executadas com mais velocidade, é sempre limpo e com objetividade. Seus improvisos são sempre muito complexos, às vezes até, parecendo outra “composição dentro da composição”!
Todas estas qualidades o tornam um dos mais versáteis e técnicos pianistas da atualidade, pois suas composições e execuções demonstram um total domínio de seu instrumento, seja no piano acústico ou nos teclados, no jazz mais tradicional ao fusion, incluindo aí até a música clássica.
Chick Corea, ao longo desses anos, criou uma obra tão intensa, tão diversificada, que existe material de sobra para todos os gostos e estilos, sendo uma belíssima influência musical para quem quer tornar-se um excelente músico!
Este é um vídeo da Elektric Band em 1987, com sua formação mais conhecida: Chick Corea, Frank Gambale, Dave Weckl,John Patitucci e Eric Mariental, executando a música Light Years.
Estou de volta e vamos começar a "apimentar de leve" isso aqui!!!
Para quem ainda não conhece, Pat é um dos maiores guitarristas surgidos nos últimos anos. Começou sua carreira profissional cedo, aos 15 anos, já trabalhando com grandes músicos de jazz.
Lançou seu primeiro disco, chamado Bright Size Life em 1975, sendo considerado por muitos a 'reinvenção' da guitarra jazz.
Em breve, "post gigante" dedicado não só a esse mas a outros artistas de destaque da Música Instrumental.
Spyro Gyra é uma das grandes bandas de Jazz Fusion existentes no mundo. Conseguindo realizar em seus trabalhos todos os conceitos exigidos pelo Jazz, como improvisação, harmonias bem trabalhadas, mas, também, com uma boa dose de ingredientes da música pop, latina e brasileira.
Com 25 discos na carreira, esta banda iniciou seu trabalho no início dos anos 70, na cidade americana de Buffalo e até hoje se mantém com uma legião de fãs espalhados pelo mundo inteiro, sempre apaixonados pelo seu som característico.
Esta canção chama-se "Para Ti Latino" e inicia com uma grande performance do baterista Joel Rosemblatt!
Baixista, pianista, compositor e arranjador. Venceu o Prêmio BDMG Instrumental em 2003 e o Prêmio Conexão Telemig Celular, em 2004. Acompanhou músicos como Nenê, Chico Amaral, Toninho Horta, André Mehmari, Harvey Wainapel, Paulinho Trompete, Márcio Montarroyos, Hélio Delmiro, João Alexandre, e outros músicos. Autodidata, iniciou primeiro no piano e violão e, aos quinze anos optou pelo contrabaixo. Seu primeiro disco, Jamba (mistura de Jazz com Samba), foi lançado em 2004. Hoje, é um dos grandes nomes do contrabaixo brasileiro!
Nossa Música Brasileira ao longo dos anos tem influenciado músicos do mundo inteiro. Este é o caso do guitarrista e violonista americano Lee Ritenour, um dos grandes nomes do jazz mundial, declaradamente apaixonado pela música brasileira! Em suas composições existem várias referências à Música Brasileira e nos seus CDs, já participaram brasileiros como Ivan Lins, Djavan, João Bosco, Carlinhos Brown, Paulinho da Costa. É um músico tão eclético no que diz respeito a estilos, que suas composições vão desde o mais puro jazz de Wes Montgomery, passeando por versões “jazzísticas” das canções de Bob Marley, até composições mais “funkeadas” e levadas mais roqueiras!
* O vídeo é meio longo, mas vale a pena assistir até o final!!!
Paraense que é considerado um dos grandes fenômenos da "nova safra" de músicos brasileiros! Auto-didata, trabalhava tocando em bandas de baile pelo interior do estado, até ouvir o som do Weather Report... daí resolveu largar os bailes e estudar divisão musical com o livro Posoli. Hoje faz parte da banda do cantor e compositor João Bosco e é um dos músicos do "Nosso Trio", junto com Nelson Farias e Kiko Freitas.
Jean-Luc Ponty é uma das grandes figuras do jazz fusion. Começou como violinista clássico, mas, ao ouvir Miles Davis e John Coltrane decidiu enveredar de vez para os lados do jazz! Dois discos seus, Aurora (1975) e Imaginary Voyage (1976), estabeleceram sua reputação como músico virtuose do jazz, alcançando assim, nas décadas seguintes, uma fama semelhante a de um astro pop. Ao seu lado já tocaram grandes músicos, como Al Di Meola, John McLaughlin, Stanley Clarke, entre outros.
Dois dos maiores músicos que este país já produziu: César Camargo Mariano, Piano e Romero Lubambo, Violão. Os dois resolveram se reunir e gravar um CD, tendo como resultado um perfeito diálogo entre estes dois instrumentos, com uma execução perfeita e um requinte musical raramente encontrado. A simplicidade e beleza com que eles interpretam músicas originalmente compostas com letras e algumas estritamente instrumentais, faz jus à fama destes músicos maravilhosos. Mais adiante, postarei algumas coisas mais específicas, falando individualmente de cada um. Por enquanto, só uma ‘palhinha’ dos dois atuando juntos!
Iniciou a carreira tocando bateria, até ganhar um baixo elétrico, aos quinze anos. É sobrinho do baixista Luizão Maia, com quem aprendeu as primeiras técnicas no baixo, e de quem herdou a peculiar sensibilidade que desenvolveu neste instrumento, antes conhecido por sua limitação, mas que teve a partir de Arthur uma nova releitura, passando a ser usado por ele como instrumento não apenas de acompanhamento, mas também de belíssimos solos. Arthur Maia iniciou também uma nova reaplicação do baixo fretless (sem trastes), que o torna freqüentemente solicitado por artistas brasileiros e estrangeiros. Acompanhou artistas como Ivan Lins, Luiz Melodia, Márcio Montarroyos, Jorge Benjor, Gal Costa e Gilberto Gil.
Participou de diversas bandas, como Pulsar, Banda Black Rio, Egotrip e o grupo instrumental Cama de Gato.
Em 1990 gravou seu primeiro disco solo, que ganhou o Prêmio Sharp.
Participou dos principais festivais internacionais tais como o New York Jazz Festival, o Festival de Jazz de Paris, o Montreux Jazz Festival, o Lugano Jazz, o Free Jazz Festival e o Heineken Concerts (Brasil), entre vários outros.
Seu trabalho mescla influências do jazz, funk, swing e reggae.
Grupo instrumental carioca formado em 1982, inicialmente, por Paschoal Meirelles (bateria), Mauro Senise (flautas e sax), Rique Pantoja (piano) e Arthur Maia (baixo). Seu primeiro álbum, lançado em 1986, chamou-se “Cama de Gato” e obteve um grande sucesso não só no mercado brasileiro, mas também no exterior, vendendo ao todo 75 mil cópias, o que, para Música Instrumental Brasileira é muito difícil. Atualmente a banda é um quinteto, formado por Paschoal Meirelles (bateria), Jota Moraes (piano), Mauro Senise (sopros), Mingo Araújo (percussão) e André Neiva (baixo).
Discografia: 1.Cama de Gato (1986) 2.Guerra fria (1988) 3.Sambaíba (1990) 4.Dança da lua (1993) 5.Amendoim torrado (1998) (indicação para o Prêmio Sharp) 6.Água de Chuva (2002)
Fernando Melo e Luís Bueno formaram o Duofel em 1978. Seu som é resultado da busca de uma nova sonoridade ao violão, com composições executadas com muita técnica e precisão, buscando sons e melodias às vezes surpreendentes, de uma forma bem criativa.
É nisto que dá quando grandes músicos emergentes do fusion resolvem se juntar! Esta banda é resultado de um projeto de quatro músicos que já tinham uma carreira consolidada e respeitada. O resultado disso foram músicas muito bonitas, ora pendendo para o smooth jazz, considerado por muitos o "pai do fusion", ora caindo em misturas muito agradáveis de funk com ritmos brasileiros. Neste vídeo a banda é composta pelos músicos:
Lee Ritenour - Violão Harvey Maison - Bateria Bob James - Teclados Antony Jackson - Contrabaixo
Desta vez foi este grupo carioca que me deixou de "queixo-caído"! Cada vez mais acredito que as coisas mais belas estão escondidas na simplicidade. Para mim, pessoalmente, isto está deixando de ser simplesmente gosto musical, mas uma convicção. Este é só mais um exemplo dentre muitos, de que nossa Música Brasileira possui 'algo mais'. Cada dia fico mais impressionado com a criatividade, musicalidade, enfim, um dom que parece ser natural aos músicos brasileiros. Mais informações aqui.
Nossa Música Brasileira a cada dia se supera, em suas várias formas de manifestações. Para quem ainda não conhecia, apresento a vocês Hamilton de Holanda, que, com seu bandolim, eleva nossa música alguns 'andares' a mais!
Este espaço serve para mostrar a vocês um pouco do meu trabalho como Produtor Musical e Arranjador.
Trabalhando principalmente como nomes da cena musical evangélica, tenho feito arranjos para discos em diversos estilos desde o Pop, Rock até o Jazz Instrumental!
Para maiores informações liguem para:
(51) 9271.8111 - Porto Alegre - RS